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Inês Saldanha

Novo post todas as segundas-feiras.

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20
Set21

Outono 2021

10 tendências

Inês Saldanha

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A chegada de uma nova estação é sempre repleta de inspiração e vontade de mudar.

Na moda não é diferente, uma nova estação, significa um mundo pintado de novos tons, padrões, novas tendências, uma nova forma de projetarmos quem somos e de sonharmos com quem queremos ser.

 

O Outono de 2021 está repleto de cor, os mais divertidos e ousados vão adorar saber que as grandes cores da estação são o amarelo, a cor de laranja e o rosa.

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Por outro lado, se tens um estilo mais minimalista não te preocupes, um clássico será sempre um clássico. Atrevo-me a afirmar que o preto, o castanho, o bege, o branco, etc. nunca sairão de moda e não faltará inspiração com esta paleta de cores.

Vamos agora ver algumas peças que se destacam para esta estação.

 

- Blazer

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- Trench coat

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- Colete de tricot

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- Wide leg jeans

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- Vestidos/Saias midi

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- Calças de alfaiataria

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- Couro

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- Xadrez

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- Cowboy boots

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- Combat Boots

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Não te esqueças que as tendências vão e vêm.

Sê responsável quando comprares alguma coisa e nunca mudes a tua maneira de vestir/calçar se não te sentires confortável contigo mesma.

O teu estilo é o que te destaca, deves adaptar as tendências a ti e nunca o contrário.

 

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13
Set21

Looks monocromáticos

Como usar?

Inês Saldanha

10 Looks Monocromáticos Estilosos » STEAL THE LO

O estilo monocromático é bastante utilizado nos dias de hoje, para além de ser muito elegante, é bastante eclético e pode ser adaptado a todos os estilos.

Para conseguirmos um outfit monocromático devemos garantir que as peças que escolhemos são da mesma cor, sendo ou não do mesmo tom.

 

Por exemplo, nestes três outfits, a cor está no mesmo tom, certo?

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Contudo, neste exemplo, vimos que existem vários tons da mesma cor e continuamos a obter um look monocromático.

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Sem esquecer que também podemos usar peças com o mesmo padrão, tornando os outfits mais divertidos.

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Não se esqueçam de completar o look com acessórios (bijuteria, mala, óculos, etc.), estes podem ser ou não da mesma cor do resto da proposta.

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Na arte não existem “regras” e o mesmo se aplica à moda.

Num outfit monocromático podemos combinar peças de vários materiais diferentes (algodão, seda, couro, malha, etc.), desde que prestemos atenção ao acabamento final do look.

Divirtam-se a criar os vossos próprios looks monocromáticos.

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06
Set21

Como usar Mom Jeans?

Tendência dos anos 90

Inês Saldanha

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Os anos 90 foram uma fonte de inspiração e, ao longo dos tempos, continuam a marcar presença nos nossos guarda-roupas.

As “mom jeans” não são exceção. Provenientes desta década inspiradora, estas calças de cintura alta tem uma modelagem reta, são muito confortáveis, alongam a silhueta e podem ser usadas nas mais diversas ocasiões.

 

Nestas três propostas observamos que o tipo de calçado confere ao look um tom casual, reforçado pela escolha de uma camisola básica e de acessórios mais discretos.

Algo muito comum, no uso das mom jeans, é dobrar a bainha, isto permite, por exemplo, destacar o calçado que estamos a usar.

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Por outro lado, se pretendemos algo mais formal e clássico basta optarmos por bijuteria mais delicada, uma peça de alfaiataria, como um blazer ou até mesmo uns sapatos de salto.

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Concluímos assim que, as mom jeans, são uma peça muito eclética, podemos usá-las em ocasiões casuais e formais, apenas temos que dar asas à imaginação.

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30
Ago21

Como usar Mocassins?

Tendência de Outono

Inês Saldanha

Nail Minimalist Street Style Fall 2017 | 5 Key Pie

Os mocassins nunca foram o meu modelo de calçado favorito, muito pelo contrário, mas o mundo da moda é mesmo assim, algo que não nos identificamos hoje pode voltar passado três décadas numa proposta completamente diferente e nos inspirar de tal forma que nos rendemos.

Este tipo de calçado era tendência nos anos 90 e, nos dias de hoje, já existem vários modelos para todas as ocasiões.

Vamos ver algumas propostas de como os usar.

Casual

Como podemos observar nestes três looks o mocassim conjugado com um tipo de calças mais casuais, cores sóbrias e camisolas básicas oferece um ar despojado e ao mesmo tempo elegante a qualquer outfit.

 

Formal

Se pretendermos um look mais formal basta complementarmos os mocassins com peças de alfaiataria, como um blazer, por exemplo. Assim ficamos com uma aparência clássica, todavia confortável e discreta.

 

Ousado

Ao contrário das propostas que vimos anteriormente, neste caso, os mocassins oferecem um look mais arrojado.

No famoso look colegial, é icónico o uso dos mocassins com as meias brancas. Apesar de não ser o meu favorito, acho que os mais audaciosos, podem criar outfits bem irreverentes com esta proposição.

Por outro lado, ao usamo-los com um vestido ou saía também é uma excelente alternativa, bastante feminina e romântica.

 

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26
Ago21

Le style Parisien

Inês Saldanha

5 Ways to Add Parisian Style Into Your Wardrobe

Não é novidade que Paris é a cidade do amor, da arte e da moda, portanto o estilo parisiense deve, obrigatoriamente, espelhar isso mesmo.

Com detalhes românticos, cores delicadas e um ar reservado, é assim que este se apresenta ao mundo.

A expressão “menos é mais” nunca fez tanto sentido. La parisienne prefere a qualidade à quantidade. Prefere cores neutras que se conectem entre si do que algo demasiado vistoso que seja difícil de conjugar e que transmita demasiada informação.

Já olharam para alguém e sentiram que aquela pessoa não perdeu tempo nenhum de manhã a arranjar-se e mesmo assim está simplesmente deslumbrante? Pois bem, assim é a imagem deste estilo, uma beleza despreocupada.

Contudo é importante realçar que nenhuma destas mulheres cai no aborrecido e, é em pormenores como bijuteria, lenços, acessórios de cabelo, entre outros, que ela encontra o equilíbrio perfeito entre a descrição e a sensualidade, entre a individualidade e a diversão.

Deixem-se se inspirar pelo estilo parisien et à la prochaine!

 

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22
Ago21

Guimarães – “O berço da nação portuguesa”

Inês Saldanha

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Quem nunca desejou ter nascido noutra época e ter outro estilo de vida?

Temos todos tendência a romantizar aquilo que não vivemos e, honestamente, não existe mal nenhum nisso, sonhar é elevar o pensamento e compreender a alma…

Foi assim que me senti ao visitar o Castelo de Guimarães e o Paço dos Duques de Bragança, uma sonhadora. Deixando-me iludir pela minha imaginação fértil que se questionava o tempo todo de como teria sido viver ali há muitos anos atrás.

Na compra dos bilhetes conjuntos existem três opções:

  • Paço dos Duques de Bragança e Castelo de Guimarães — 6,00 €
  • Museu de Alberto SampaioPaço dos Duques de Bragança — 6,00 €
  • Museu de Alberto SampaioPaço dos Duques de Bragança e Castelo de Guimarães — 8,00 €

Ou então, bilhetes individuais:

Paço dos Duques — 5,00 €

Castelo de Guimarães — 2,00 €

Museu Alberto Sampaio – 3,00 €

Eu optei por comprar os bilhetes conjuntos do Paço dos Duques de Bragança e do Castelo de Guimarães.

Visto que a compra dos bilhetes é feita no Paço dos Duques, foi aí mesmo que iniciei o tour.

Tendo em conta a situação atual do mundo, por causa do covid-19, havia mesmo muito poucas pessoas, por isso, foi bastante agradável e seguro realizar ambas as visitas.

Em cada divisão do Paço dos Duques temos acesso a um código QR que basta visualizarmos com a câmara do telemóvel e, automaticamente, somos dirigidos para o site do próprio monumento.

Assim ficamos a conhecer mais sobre uma determinada área e a visita acaba por ser muito mais didática e recompensadora.

Apesar de ser interdito filmar o Paço dos Duques, podemos tirar fotografias, desde que não utilizemos o flash.

Por isso deixo-vos aqui algumas fotografias que tirei:

 

Em relação ao castelo podem sempre visualizar o vídeo aqui a baixo que filmei e espero que, tal como eu, se deixem apaixonar por estes dois esplêndidos monumentos de Portugal.

Visualizar vídeo do Castelo de Guimarães

22
Ago21

Trilho das Sete Lagoas – Gerês

Inês Saldanha

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Há algum tempo que queria fazer um trilho, no Gerês, pela experiência em si.

Para além de ser uma ótima maneira de conhecer um determinado sítio, a maior parte dos trilhos oferece um contato muito direto com a natureza. Sentimo-nos autênticos exploradores e, inevitavelmente, o bem-estar que se apodera de nós, tanto a nível físico como psicológico, é bastante recompensador.

Sendo assim deixo-vos aqui algumas informações que acho serem úteis caso queiram fazer este trilho maravilhoso:

  • iniciem o trilho no bar das Sete Lagoas, na aldeia do Xertelo, onde poderão estacionar o carro e comprar água caso não tenham;
  • a dificuldade do trilho é fácil/moderada e podem levar crianças, se estas conseguirem se movimentar independentemente;
  • no total são cerca de 10 km (ida e volta);
  • levem fato de banho, a água das lagoas é bastante limpa e segura;
  • durante o percurso estejam atentos, pois existe uma fonte de água potável onde poderão encher a vossa garrafa;
  • sigam sempre as linhas vermelhas e amarelas; estas podem formar uma cruz (caminho errado) ou um sinal de igual (caminho certo);

 

Divirtam-se e conhecem Portugal, vale muito a pena!

 

 

19
Ago21

“Os sete maridos de Evelyn Hugo” - Taylor Jenkins Reid

Inês Saldanha

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Honestamente, não sei como começar a descrever este livro.

Poder-lhe-ia chamar arte porque me consumiu completamente, poderia lhe chamar entretenimento porque durante quatro dias não o consegui largar ou poderia mesmo lhe chamar paixão, porque, certamente, apaixonei-me por ele.

 “Os sete maridos de Evelyn Hugo” é um livro motivado pelos dramas, muitas vezes, pouco glamorosos que assombram as celebridades de Hollywood e todos os clichés deste mundo do estrelato.

A protagonista deste romance, Evelyn Hugo, é uma personagem inspirada em atrizes como Ava Gardner, Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, etc. que tal como as mesmas, possuí uma beleza deslumbrante, um talento inigualável e uma personalidade, inquestionavelmente, intrigante.

A história deste livro começa com um encontro que ocorre entre a emblemática atriz, por vontade da própria, e uma promissora jornalista, Monique.

Durante esta primeira conversa Hugo demonstra vontade de tornar a sua vida pública numa biografia que seria publicada após a sua morte. Porém, uma das condições é que essa seja escrita por Monique e que a jornalista usufrua da totalidade dos lucros da sua venda.

É certo que, Monique, estranha aquela oferta e se questiona o porquê de tanta generosidade por parte de uma celebridade tão mediática como Evelyn, contudo a oportunidade revela-se impossível de ser recusada.

 Como seria de suspeitar, rapidamente, percebemos que ambas têm mais em comum do que podem imaginar e que as suas histórias estão, inevitavelmente, ligadas por um cruel acontecimento que acaba por alterar o rumo das suas vidas.

Entre amores, dissabores, o preço da fama, escândalos sombrios e decisões duvidáveis, ficamos a conhecer cada detalhe da alma e da vida de Evelyn, findando, assim, o livro sem percebermos se a adoramos ou a desapreciamos, mas que, certamente, a admiramos.

Como já referi no início deste post, é um livro impactante e viciante. Ninguém consegue ficar indiferente a tal narrativa. Está extremamente bem escrito e dá-nos a sensação desesperante que sentimos quando, por exemplo, estamos a ver uma série e simplesmente não conseguimos parar, sabem? Temos de saber sempre mais e mais…

Em conclusão, gostava ainda de sublinhar que se trata de uma obra feminista, fascinante e avassaladora, um dos meus livros favoritos até agora.

12
Ago21

“Antes que o café arrefeça” - Toshikazu Kawaguchi

Inês Saldanha

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"Se pudesse voltar ao passado, quem gostaria de encontrar?”

Assim começa este livro, com uma pergunta que para além de nos transportar automaticamente para um estado de nostalgia, também permite ao nosso imaginário obter umas quantas respostas que, certamente, serão bastante sinceras.

Esta história ocorre em Tóquio, num café, chamado Funiculi Funicula, onde, aparentemente, as pessoas podem regressar ao passado ou visitar o futuro.

Porém existem 6 regras cruciais para o fazer:

  1. apenas podemos reencontrar pessoas que estiveram naquele café, visto que a viagem apenas nos oferece uma mudança temporal, passado ou futuro, mas nunca espacial, estaremos sempre no café;
  2. para realizar o feito, devemos nos sentar numa cadeira específica do café e, em momento algum, podemos nos levantar da mesma, caso o façamos, somos imediatamente transportados para o presente;
  3. nada do que acontecerá durante essa mesma viagem, poderá alterar o presente;
  4. devemos escolher uma data específica para o acontecimento;
  5. cada pessoa pode viajar, apenas, uma vez;
  6. no início da viagem é nos servido um café, que devemos beber antes que arrefeça; caso não o façamos, ficaremos presos no passado;

Após conhecermos todas estas regras, a questão que se impõe é: será que vale mesmo a pena regressar ao passado?

Durante a narrativa, quatro mulheres realizam esta viagem, e cada uma delas traz consigo uma história diferente que, de certo modo, poderia ser de qualquer um de nós.

 

Apesar das opiniões divergirem imenso em relação a este livro, eu assumo que gostei de o ler.

É certo que apresenta uma forma de escrita um pouco repetitiva e, até certo ponto, previsível. São histórias banais, personagens comuns e não existe um fator intrigante durante a narração.

Contudo, facilmente nos identificamos com os sentimentos vivenciados pelas personagens e, claro, faz-nos sempre sonhar um pouco sobre a ideia de realmente podermos realizar uma destas viagens.

 

No final de tudo, a grande questão que se impõe é:

Se pudesses regressar ao passado quem gostarias de rever ou, por outro lado, se pudesses visitar o futuro, o que ansiavas descobrir?

20
Mai21

“Alguém Que Me Cale” - Joana Gama

Inês Saldanha

Devo iniciar este texto assumindo que, certamente, existirá uma certa subjetividade nas palavras que irei escolher para o escrever.

Existem vários motivos que nos levam a escolher um livro, a capa, a contracapa, uma recomendação amiga… no meu caso, foi o autor.

Aos meus olhos a Joana é uma mãe deveras dedicada, uma filha, inevitavelmente, magoada, uma mulher destemida, sem pudores, que, constantemente, se questiona sobre a evolução da vida e dela mesma, perdendo-se, graciosamente, nas suas próprias filosofias.

Ah, e claro, uma humorista prodigiosa!

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Quando escolhi ler este livro procurava conhecer melhor este ser humano arrojado, que é a Joana, mas também sentir um conforto, um lugar seguro que me mostrasse que não tem mal sentir, nem ser.

Porém, não se deixem enganar, não é um livro sobre fatalidades ou sobre uma vida desgostosa. São páginas repletas de fragilidades comuns, com que facilmente nos identificamos, descritas com um sarcasmo inevitável, tão característico da intérprete.

Versatilidade? Ora essa não falta!

Desde o medo que tem em fazer o buço até ao momento em que perdeu a virgindade, não correspondendo, mais uma vez, às expectativas intrusivas que a sociedade tem, a comediante proporciona-nos uma viagem pelos temas mais aleatórios da sua vida, que me fizeram soltar umas quantas gargalhadas.

De leitura fácil e despreocupada, é um livro que sugiro para aqueles que, de mente aberta, almejam conhecer um pouco da história por detrás deste ser humano ou, apenas, queiram parar de se levar tanto a sério.

Concluo, destacando o título deste livro, “Alguém que me cale”, para vos garantir que ao terminarem de ler a última frase desta obra, assim como eu, irão desejar que a Joana nunca, mas nunca, se cale.

 

Travei a tempo, mas, naquele segundo, lembro-me de pensar "e se eu morresse?". Respondi a mim mesma que "tanto me dava".

 

 

 

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